Roteiro Japão 24 dias: cidades, hotéis, transportes e dicas de viagem dia a dia

Realizamos um sonho de viagem! Num roteiro de 24 dias completos no Japão, conhecemos Tóquio, Kyoto, Osaka, Takayama e também outros destinos como Nikko e Hakone. Veja aqui os detalhes do roteiro, meios de transporte e hotéis que ficamos em cada cidade.

Viajar para o Japão sempre foi um sonho. Um destino tão distante, com uma cultura completamente diferente do que estamos acostumados e, principalmente, tão rico em experiências.

Depois de já ter feito viagens para outras partes do mundo, incluindo uma boa parte do Sudeste Asiático, eu confesso que nenhum roteiro foi tão complexo e difícil de organizar como esse roteiro de viagem para o Japão.

Se você começou a montar o seu roteiro agora, provavelmente está passando pelas mesmas dificuldades que eu tive lá no começo: quais cidades conhecer? Quanto tempo ficar em cada lugar? Qual a melhor forma de viajar de uma cidade para outra? Qual a melhor sequência do roteiro? Como usar esses milhares de passes de trem disponíveis? Onde ficar em cada cidade? O que deixar de fora já que não tenho todo o tempo do mundo?

Essas foram “” algumas das perguntas que me fizeram quebrar muito a cabeça até chegar na versão final desse que é, pra mim, o melhor roteiro de viagem para o Japão para quem vai visitar o país pela primeira vez.

Roteiro Japão 24 dias: cidades, hotéis, transportes e dicas de viagem dia a dia

É claro que o melhor roteiro sempre vai depender do seu interesse pessoal no destino. Por isso, quero reforçar que esse roteiro aqui foi o que funcionou pra mim, me deixou muito feliz e eu posso compartilhar com segurança com você como uma ótima opção para ter realmente uma boa experiência de viagem.

Nesse post eu quero dar um panorama geral do nosso roteiro no Japão: mostrar exatamente o tempo que ficamos em cada cidade, os trens que pegamos em cada lugar, onde ficamos e alguns comentários sobre a logística e organização.

Na sequência, em outros posts, aí sim vou começar a detalhar e compartilhar a minha experiência de viagem em cada cidade, cada destino, o que fizemos e o que deixamos de fazer.

Pra deixar o post mais organizado, vou dividir o conteúdo em tópicos. Você pode usar o menu abaixo para navegar pelo conteúdo e ir direto ao ponto de interesse. Eu recomendo que você leia tudo para entender bem certinho como foi a nossa viagem pelo Japão.

Japão Roteiro: 20 dias ou mais? Quantos dias são necessários?

O primeiro ponto que eu quero comentar aqui é sobre a quantidade de dias no nosso roteiro de viagem para o Japão e também as possibilidades de adaptar ele para o tempo que você tem disponível para viajar.

No nosso caso, nós fizemos um roteiro de 24 dias no Japão, contando do dia que chegamos em Tóquio até o dia que embarcamos de volta para o Brasil. Se for contar os dias de viagem, desde a saída do Brasil até o dia de chegada de volta, a viagem completa teve 27 dias.

Eu achei esse tempo perfeito para fazer tudo que eu queria e, se pudesse, teria ficado mais tempo em alguns lugares – ou seja, poderia facilmente ter feito um roteiro maior.

Ainda assim, quero reforçar que, caso você tenha menos tempo disponível, é totalmente viável ajustar a nossa viagem para um roteiro de 20 dias no Japão, ou até mesmo um roteiro mais curto, como um de 15 dias de viagem. Pela minha experiência, eu sugiro que você tenha entre 20, 21, 22, 23 dias ou maisespecialmente se você for fazer essa viagem saindo do Brasil, que pesa tanto no preço da passagem quanto no tempo de viagem até o destino.

  • Pra quem vive em um país mais próximo do Japão, é mais fácil fazer um roteiro de 10 ou 12 diascom menos cidades na programação.

Considerando tudo isso, eu sempre vou tratar o roteiro aqui levando em conta os dias completos no destino, já que eu não tenho como saber de onde você vai partir e quanto tempo vai levar de ida e volta.

Transportes no Japão: como viajar de uma cidade para outra

Desde que começamos o planejamento do nosso roteiro no Japão, um dos pontos que definimos de início foi a forma de transporte que usaríamos: os trens!

Viagem Trem Japão - SPACIA X Limited Express
Trem no Japão – SPACIA X Limited Express, Tóquio – Nikko | @umviajante

Viajar de trem no Japão vai além de ser só um meio de locomoção, é uma experiência que realmente faz parte da viagem. Sem falar que o Japão está em outro patamar quando falamos de viagens de trem: a estrutura, a qualidade dos trens e as opções incríveis ligando todos os cantos do país são algo surreal.

Além disso, claro, temos o Shinkanseno trem-bala do Japão. Viajar no Shinkansen é mais uma experiência que não dá pra deixar de fora em um roteiro de viagem pelo Japão.

O único ponto que me deixou triste e me fez esquentar a cabeça nesse assunto foi o passe de trem – ou melhor, os inúmeros passes de trem – disponíveis no Japão. Pra quem fez essa viagem alguns anos atrás, era super viável comprar o Japan Rail Pass, um passe que te dava acesso aos trens do Japão por um determinado número de dias. Além de ser uma opção que facilitava a vida no planejamento, ele ajudava a economizar – como acontece com muitos passes de trem em outras partes do mundo.

A notícia triste é que esse passe teve um reajuste de preço altíssimo e, infelizmente, deixou de ser uma proposta prática e econômica para se tornar uma proposta prática, sim, porém muito cara.

A solução foi fazer um super planejamento e descobrir quais trechos comprar individualmente e quais passes regionais – que são versões menores de passes – seriam boas opções para o nosso roteiro, tanto pela praticidade quanto pela economia.

Com tudo isso explicado, nós fizemos todos os cálculos possíveis e impossíveis até chegar na melhor combinação de tickets individuais e passes para o nosso roteiro.

Onde compramos os tickets e passes de trem

Esse foi o ponto-chave que fez muita diferença no nosso roteiro. Por ser uma viagem longa e ter muitas viagens de trem, não só entre as cidades que usamos de base, mas também nas cidades em que fizemos bate-volta, a melhor opção que encontrei foi comprar tudo no Klook uma plataforma super segura, prática e que vai te dar mais facilidade na compra e pagamento tanto de trens quanto de atrativos no Japão.

Ingressos, passagens e passes de Trem no Japão

O primeiro ponto positivo que preciso destacar do Klook foi a facilidade do pagamento – em alguns sites eu tive problema para usar cartão. O segundo ponto positivo foi ter todos os tickets, passes e até atrativos concentrados no mesmo lugar.

Falando de uma viagem onde passamos por tantos lugares, tantas estações e trens com nomes diferentes, se não tiver tudo bem organizado você vai se perder. Então o Klook facilitou bastante isso, além de ter uma política boa de cancelamento para algumas coisas e itens também promocionais.

  • Importante: não fiz nenhuma parceria com o Klook na viagem e estou recomendando ele por ter tido realmente uma ótima experiência.

Além dos trens e também dos passes, eu comprei no Klook o ingresso da Universal Studios Japan, que visitamos em Osaka, e também o FastPass, que foi excelente nesse passeio.

Roteiro de 24 dias no Japão: Nosso itinerário completo

Eu vou compartilhar aqui, para começar, nosso roteiro do Japão original, exatamente como planejamos. Dessa programação, só tivemos um ajuste feito no final da viagem e eu vou explicar o que foi na sequência. Aqui então o roteiro de 24 dias no Japão:

  • Dia 1 – Chegada em Tóquio
  • Dia 2 – Tóquio
  • Dia 3 – Tóquio
  • Dia 4 – Tóquio
  • Dia 5 – Tóquio / Bate-volta para Nikko
  • Dia 6 – Tóquio
  • Dia 7 – Tóquio / Viagem para Hakone
  • Dia 8 – Hakone / Passeio no Fuji
  • Dia 9 – Hakone
  • Dia 10 – Hakone / Viagem para Kyoto
  • Dia 11 – Kyoto
  • Dia 12 – Kyoto
  • Dia 13 – Kyoto / Dia em Nara / Osaka
  • Dia 14 – Osaka
  • Dia 15 – Osaka
  • Dia 16 – Osaka / Dia de Universal Studios
  • Dia 17 – Osaka / Viagem para Takayama
  • Dia 18 – Takayama
  • Dia 19 – Takayama / Viagem para Kanazawa
  • Dia 20 – Kanazawa
  • Dia 21 – Kanazawa / Viagem para Tóquio
  • Dia 22 – Tóquio / Subida no Monte Fuji
  • Dia 23 – Tóquio
  • Dia 24 – Tóquio / Viagem para o Brasil

Esse é o cronograma completo do roteiro de 24 dias no Japão. De tudo isso, a única alteração que fizemos durante a viagem foi retirando Kanazawa do roteiro.

Para quem vai fazer uma viagem dessas apenas passeando e curtindo os lugares, eu acho que esse roteiro não precisa de adaptação. No meu caso, que viajo para passear, curtir os lugares e, também, para produzir conteúdo, não só para o blog, mas também gravando materiais para o meu canal no YouTube, redes sociais e outros trabalhos, o tempo acaba sendo diferente.

Aqui mudamos os planos…

Eu senti que precisava de mais tempo em Tóquio no final da viagem, já que um dia seria para subir o Monte Fuji e eu teria apenas o dia 23 completo para fazer o que faltava – e a minha lista de coisas para fazer em Tóquio ainda era grande.

Por esse motivo, cancelei o hotel de Kanazawaque tinha cancelamento gratuito no Booking; cancelei o Shinkansen de Kanazawa para Tóquioque já estava comprado no Klook e consegui o reembolso; cancelei o hotel que ficaria em Tóquio por 3 noites e fiz uma nova reserva de 5 noites em Tóquio.

Infelizmente, diferente de Kanazawa, que tinha um Shinkansen direto para Tóquio, a nossa viagem de Takayama para Tóquio não foi tão rápida, teve duas conexões e consumiu boa parte do nosso dia – ainda assim, compensou muito os dias extras que ganhamos em Tóquio.

Então aqui está para você a versão final de como foi o nosso roteiro de 24 dias no Japão:

  • Dia 1 – Chegada em Tóquio
  • Dia 2 – Tóquio
  • Dia 3 – Tóquio
  • Dia 4 – Tóquio
  • Dia 5 – Tóquio / Bate-volta para Nikko
  • Dia 6 – Tóquio
  • Dia 7 – Tóquio / Viagem para Hakone
  • Dia 8 – Hakone / Passeio no Fuji
  • Dia 9 – Hakone
  • Dia 10 – Hakone / Viagem para Kyoto
  • Dia 11 – Kyoto
  • Dia 12 – Kyoto
  • Dia 13 – Kyoto / Dia em Nara / Osaka
  • Dia 14 – Osaka
  • Dia 15 – Osaka
  • Dia 16 – Osaka / Dia de Universal Studios
  • Dia 17 – Osaka / Viagem para Takayama
  • Dia 18 – Takayama
  • Dia 19 – Takayama / Viagem para Tóquio
  • Dia 20 – Tóquio
  • Dia 21 – Tóquio
  • Dia 22 – Tóquio / Subida no Monte Fuji
  • Dia 23 – Tóquio
  • Dia 24 – Tóquio / Viagem para o Brasil

Apesar de Kanazawa ser uma cidade que eu tinha vontade de conhecer – e que tinha recebido boas indicações – eu acho que essa versão final do roteiro, pra mim, ficou perfeita.

Tóquio é uma cidade muito grande e eu me apaixonei – de verdade. Se pudesse, teria ficado 15 dias só em Tóquio e, ainda assim, não teria visitado tudo que eu queria.

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Mas isso, mais uma vez, é algo que vai de pessoa para pessoa. Dependendo do seu ritmo e dos seus interesses, você pode fazer a primeira versão do meu roteiro, com Kanazawa, e aproveitar muito! Ele está super redondinho e com certeza vai funcionar para a maior parte dos viajantes.

Quando fizemos esse roteiro? Qual a melhor época?

Eu sei que essa pergunta ia aparecer, então já vou antecipar: nós viajamos para o Japão no mês de abril, sim, primavera no Japão e altíssima temporada. Para ser ainda mais exato, nós chegamos em Tóquio no dia 14 de abril e terminamos a viagem embarcando de volta pra casa no dia 7 de maio.

Viajar para o Japão na primavera é o sonho de muitos viajantes que querem conhecer o país, ou mesmo o sonho dos que já conhecem e querem voltar nessa época. Eu não posso dizer que não amei! O Japão na primavera fica exuberantemente lindo… nós conseguimos ver as sakuras no auge da florada em algumas partes da viagem – especialmente perto do Fuji que, pra mim, foi algo além do que eu poderia ter sonhado.

Viagem Japão na Primavera: Sakuras, Fuji e Roteiro

Só de olhar essa foto dá pra entender como foi especial e como nunca vamos esquecer dessa viagem. Em contrapartida, claro, tivemos preços mais altos, hotéis super difíceis de reservar com bons valores e lugares mais cheiossendo bem realista.

E o Japão está no auge do turismo – parece que o mundo inteiro está viajando para lá. Então, sim, esteja preparado pra encontrar muito movimento em praticamente todos os lugares. Seja na alta ou na baixa temporada, vai ter muita gente do mesmo jeito.

Se você for viajar para o Japão na primavera, como nós, o mais importante é se organizar com antecedência. E digo isso em todos os sentidos: reserva de hotéis, reserva de trens, atrativos e tudo que puder! E quando falo de antecedência aqui, não é exagero!

Com 3 meses de antecedência eu sofri bastante para conseguir um hotel bom em Tóquio. Eu tinha visto opções com 6 meses de antecedência e eram muito melhores – me arrependi de não ter feito as reservas antes.

  • Até o Express Pass da Universal Studios Japan foi algo mais difícil de conseguir com menos antecedência. Existem várias configurações de FastPass, com diferentes atrações e horários, e eles também são limitados – compre o seu o quanto antes.

E vale ainda destacar que alguns atrativos têm liberação programada de ingressos/reservas. Um exemplo: o Pokémon Café em Tóquio. Esse café libera as reservas com um mês de antecedência, ou seja, não adianta você tentar reservar 3 meses antes. Porém, você precisa calcular exatamente o dia que quer ir, para que, exatamente um mês antes, entre no site e faça a reserva – e ainda precisa contar com a sorte de ser um dos primeiros, pois esgota em poucas horas.

Agora, de uma forma geral, foi incrível viajar para o Japão na primavera. A primavera começa em março e as cerejeiras começam a florir no final de março para o começo de abril aí vai depender um pouco da sorte e do clima para acertar a semana certa, já que a florada dura poucos dias.

Se eu pudesse escolher outra época para voltar, seria no outono, entre os meses de setembro, outubro e novembro. Ou até no inverno, entre dezembro, janeiro e fevereiro.

Seguro Viagem no Japão: dica mais do que importante

Antes de seguir para os comentários mais detalhados do roteiro, eu preciso fazer um comentário breve sobre a minha experiência com seguro viagem no Japão.

Seguro Viagem no Japão: importante

Nós tivemos um acidente sério no final da nossa viagem, na trilha que fizemos ao topo do Monte Fuji (não vou detalhar tudo aqui agora, mas foi bem grave e eu contei lá no @umviajanteestá salvo nos destaques).

O que eu preciso destacar é que o Diogo sofreu um acidente na trilha que fizemos no Fuji e nós tivemos que ir para um hospital em Tóquio, no nosso último dia completo da viagem, fazer consulta, exames, raio-X e tudo mais que foi necessário.

Topo do Monte Fuji - Japão
Subimos ao Topo do Monte Fuji, Japão | @umviajante

Bom, o que eu posso dizer é que, assim que chegamos no hospital, já depois de ter acionado o seguro e sermos encaminhados, na recepção eles já começaram a falar de valores, mostrar preços altos das consultas, dos exames e que teríamos que estar cientes dos custos para o pagamentotudo extremamente caro.

Logo que expliquei sobre o nosso seguro viagem, a atendente localizou e aí tudo deu certo. Nós não tivemos que arcar com nenhum valor no hospital, nem para consulta nem para exames.

O suporte que tivemos pelo WhatsApp foi ótimo e nos ajudou muito na situação delicada em que estávamos. Por isso, eu me sinto confortável em recomendar o seguro viagem da Assist 365 com total transparência para você.

Eu tenho um cupom de desconto pra esse seguro e você pode usar esse cupom em conjunto com o cupom do site, pagando assim o menor valor possível – eu não poderia deixar de destacar isso aqui, pois foi algo muito importante na nossa viagem.

  • Especialmente se você for fazer uma viagem longa como a nossa, não deixe de contratar o seguro e, se puder, priorize um dos planos mais completos e não só o plano de entrada – às vezes queremos economizar em algo cujo valor nem é tão diferente e, lá na frente, essa economia pode sair cara.

O meu cupom na Assist 365 é UMVIAJANTE. Você pode acessar o site oficial e utilizar o cupom na tela que resume o plano que você escolheu.

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Dinheiro no Japão: qual moeda e cartão levar?

Quando falamos de dinheiro no Japão, a primeira dúvida é sempre sobre qual moeda levar na viagem ou qual cartão é a melhor opção. A minha dica é simples: pra começar, não vale a pena trocar reais por ienes ainda no Brasil.

Ter algo em espécie por segurança é sempre uma boa – nesse caso, leve dólares. Eu levei cerca de 200 USD e foi suficiente. Todo o restante do dinheiro da viagem, para pagar hotéis, restaurantes e gastos em geral, eu levei na minha conta da Wise.

O Wise é uma conta digital que permite manter saldo em várias moedas, desde dólar, euro, libra e também direto em ienes. Aqui eu preciso fazer apenas um alerta: meu cartão da Wise era antigo e não passou em alguns lugares do Japão. A boa notícia é que a empresa lançou uma versão atualizada em 2024 que resolveu esse problema – eu não sabia e fui com o cartão mais antigo.

  • Se você vai abrir sua conta agora ou abriu recentemente, não deve ter problemas no Japão. Caso sua conta seja mais antiga, como a minha, recomendo solicitar uma nova via do cartão.

E aqui, o grande pulo do gato, que realmente salvou a nossa vida, foi o Cartão Suicaum cartão de transporte que você adiciona direto na wallet do celular e vai usar muito na viagem! Além de servir para trens, metrôs e ônibus, ele também é aceito em mercados, lojas, restaurantes, cafeterias e praticamente em qualquer estabelecimento que aceite cartões.

Como eu estava com problema no meu Wise, a nossa grande jogada foi adicionar crédito no Suica utilizando o Wise com forma de pagamento, que também estava dentro da nossa wallet. Assim, em poucos segundos eu conseguia adicionar crédito no Suica usando o Wise e pagava praticamente tudo dessa forma.

  • Um detalhe importante: o Suica tem um limite máximo de 20.000 ienes (cerca de US$ 130). Se precisar pagar algo acima desse valor, vai ser necessário dividir a transação em duas ou mais partes. Eu precisei fazer isso em um hotel onde o valor da diária era maior do que o saldo disponível no cartão e, apesar de causar um pouco de estranhamento, funcionou.

Mesmo assim, saiba que no Japão nem todos os estabelecimentos aceitam cartãonesse caso, não importa se é Wise, Suica ou qualquer outro. Você sempre vai precisar ter ienes em espécie para essas situações.

Para ter dinheiro em espécie, usamos caixas eletrônicos (ATMs), encontrados facilmente em lojas de conveniência como 7-Eleven e Lawson. Nesses caixas, utilizamos o cartão Wise para sacar ienes e foi bem tranquilo – não tivemos problema em nenhum momento.

Resumindo, a combinação que funcionou melhor foi: alguns dólares em espécie e um cartão de crédito apenas para segurança, ienes em espécie sacados em ATMs com o cartão Wise, e o Cartão Suica carregado com o saldo do Wise para pagar praticamente tudo durante a viagem.

Roteiro de Viagem Japão: Detalhando a viagem

Agora que já passei pra você o nosso roteiro completo, comentei sobre os transportes, sobre a época da viagem, dinheiro, cartão, sobre toda a organização e antecedência, vou fazer os comentários gerais para cada etapa do nosso roteiro.

Roteiro de Viagem Japão: Detalhando a viagem

Como falei lá no começo, eu ainda vou detalhar essa viagem em outros posts e conteúdos, falando exatamente sobre o que visitamos, o que fizemos em cada dia e tudo mais. Mas agora, quero deixar o roteiro bem explicado para você que está exatamente nessa fase do planejamento.

Tóquio: O começo do nosso roteiro no Japão

Tóquio foi a primeira cidade que visitamos nesse roteiro de 24 dias no Japão. Assim como é para a maior parte dos viajantes que chegam ao país, a capital do Japão é a principal porta de entrada e, por isso, quase todo mundo começa a viagem por aqui.

Mais do que o Japão em si, eu sempre tive muita curiosidade de conhecer Tóquio e sabia que ficaria maluco com tantas coisas para ver e fazer por lá. Por isso, já colocamos de cara 6 dias completos em Tóquio no começo da viagem.

Primeira dica importante: se você conseguir, tente organizar um voo que chegue na cidade durante o dia. Os metrôs da cidade não funcionam depois da meia-noite e um táxi ou Uber vai custar uma fortuna.

Nós chegamos de manhã no aeroporto de Haneda e foi super tranquilo para ir até o nosso hotel com o trem + metrô. A nossa volta foi pelo aeroporto de Narita, ainda mais distante, e felizmente conseguimos ir de trem e não precisar depender de Uber – fiz uma simulação no aplicativo e deu mais de R$ 1.000 para ir de Shinjuku até Narita, é muito caro!

O que eu já posso antecipar é que Tóquio ganhou meu coração. É uma cidade vibrante, cheia de lugares para ir, com milhares de restaurantes, cafés, lojas, templos, bairros diferentes… enfim, eu queria ter ficado muito mais tempo por lá. Em outros posts vou contar o meu roteiro de cada um dos dias, mas agora vamos ao resumo importante.

Hospedagem em Tóquio: Quais hotéis ficamos nesse roteiro

Como as opções estavam muito escassas, não foi fácil encontrar hotéis em Tóquio bons com preços acessíveis. Tóquio já é um destino caro, imagine então como fica no auge da alta temporada.

Por isso, acabei dividindo nossa estadia em mais de um hotel, e vou colocar aqui um breve comentário sobre cada um deles.

Galois Hotel Shinokubo – Perfeito!

O Galois Hotel Shinokubo foi o primeiro hotel em que ficamos em Tóquio. Hotel excelente, perto de uma estação de metrô que passa apenas uma linha – que nos atendeu muito bem, com quarto muito confortável, cama ótima e preço muito bom para os padrões da cidade. Eu só não fiquei as 6 noites nele pois realmente não havia mais disponibilidade – ainda assim valeu a pena ficar apenas as 3 primeiras noites.

Esse primeiro hotel fica no bairro chamado Shin-Okubo, que é o bairro coreano de Tóquio. Eu amei demais essa região! Várias lojinhas, produtos de tudo que você possa imaginar, restaurantes, barzinhos, uma rua principal perto do hotel com tudo que você precisa e um metrô muito fácil de usar.

Numa caminhada gostosa, dá pra chegar andando em Shinjuku. Mas, se preferir, dá pra ir de metrô e chegar na muvuca bem rápido. Ficaria lá novamente sem sombra de dúvidas! Adorei o hotel! Mas esse é super importante reservar com antecedência!

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Sotetsu Fresa Inn Tokyo-Kyobashi – Cumpre o prometido

A rede Sotetsu Fresa Inn é bem grande e tem vários hotéis na cidade. Eu tentei pegar um que ficasse mais próximo de Ginza e também da Tokyo Station, pois achei que ajudaria no roteiro. A localização do Sotetsu Fresa Inn Tokyo-Kyobashi parecia de um centro de business, sem tantas coisas legais como tinha perto do primeiro hotel.

O quarto também era muito menor e aí sim deu pra entender o padrão de quartos pequenos que são famosos no Japão. Não sei se foi por conta da experiência no primeiro hotel ter sido tão boa, mas acabei achando esse uma opção apenas válida pelo preço, não tanto por boa experiência.

👉 Acesse aqui e reserve

WPÜ Hotel Shinjuku – Ótima opção

Dos três hotéis que ficamos em Tóquio, o WPÜ Hotel Shinjuku foi o que ficamos no final da viagem, e eu colocaria ele em segundo lugar no ranking. O hotel é muito confortável, os quartos não são tão pequenos, camas boas e a localização também é ótima – em frente à estação Shinjuku.

O ponto negativo: a estação Shinjuku é gigante e tem muito mais linhas do que a estação de metrô que tínhamos perto do primeiro hotel, mas isso nem sempre facilita a vida como parece. Como ela é enorme, às vezes para pegar o metrô lá dentro você precisa andar muito, além de ser extremamente cheia em qualquer momento do dia.

Além disso, o café da manhã é super simples… então, falando em custo-benefício, esse é um hotel um pouco mais caro. Como nós tivemos que reservar em cima da hora, por conta da mudança do roteiro, foi a melhor opção que encontrei.

Importante: Por conta do acidente, eu agradeço demais por ter escolhido esse hotel. Além do hospital que o Diogo foi atendido estar a poucos minutos de distancia, na Estação Shinjuku sai um trem direto para o Aeroporto Narita (Narita Express)como o Diogo estava com as costelas quebradas, essa proximidade fez a diferença e nos ajudou muito.

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Nikko: bate-volta saindo de Tóquio

Nikko foi uma das primeiras cidades que eu salvei para incluir no nosso roteiro de viagem para o Japão. Tive muitas dúvidas entre ir e passar uma noite ou fazer apenas um bate-volta. Depois de quebrar bastante a cabeça, decidimos fazer o bate-volta e digo que valeu muito a pena.

Tivemos um dia lindo lá e conseguimos ver tudo que queríamos. Só precisamos correr um pouco no final do dia, pois um festival da primavera nos pegou de surpresa e gastamos mais tempo do que o previsto.

Para fazer a viagem para Nikko eu comprei o Nikko Pass para todas as regiões da cidade e também uma reserva para o Trem Expressotudo direto pelo Klook.

Eu quis fazer a reserva para viajar em um trem diferente e ter uma experiência especial nesse dia. Nós fomos no Spacia X Limited Express, exatamente no primeiro vagão – simplesmente incrível!

Tanto a compra do Nikko Pass quanto a reserva do trem foram feitas no Klook:

👉 Compre aqui o Nikko Pass
👉 Faça sua reserva no Spacia X

Hakone: segunda base e encontro com o Fuji

Hakone foi a nossa segunda cidade-base nesse roteiro de viagem. Para chegar em Hakone, saindo de Tóquio, pegamos o Shinkansen até a estação Odawara, que fica perto de Hakone – essa também reservado direto no Klook. De Odawara pegamos um trem local até Hakone, sem necessidade de comprar antecipado. Infelizmente, de todo esse roteiro, os únicos dias de chuva que tivemos no Japão foram em Hakone.

Hakone: Roteiro de Viagem Japão
Passeio de barco em Hakone, Japão | @umviajante

O lado bom é que separamos um dos dias de Hakone para fazer um passeio ao redor do Monte Fuji esse foi, sem dúvidas, o melhor e mais lindo passeio que tivemos no Japão. Enquanto chovia em Hakone, nosso dia ao redor do Fuji parecia uma tela de pintura.

Passeio ao redor do Monte Fuji – Full day

Nós fizemos o passeio ao redor do Fuji com o Guia Marcel, um guia que eu recomendo de olhos fechados! O Marcel é brasileiro e mora no Japão há quase 20 anos. Nesse passeio nós fizemos uma volta completa ao redor do Fuji, conhecendo lugares que, sozinhos, juro, nunca teríamos descoberto.

Como no Japão os brasileiros não conseguem alugar carro, alguns tipos de passeio você vai precisar de um guia. E aqui eu posso recomendar o Marcel com segurança – não só para esse passeio, mas também para outros lugares que você queira visitar no Japão junto com um guia.

O Marcel se tornou um grande amigo e hoje eu posso compartilhar com você que tenho um desconto especial para os leitores do blog. Você pode entrar em contato com ele direto nesse link e organizar o passeio para a sua viagem. Se puder, faça esse passeio ao redor do Fuji – é simplesmente incrível!

👉 Fale aqui com o Marcel para organizar o passeio

Nós aproveitamos uma parte do dia que chegamos em Hakone para encontrar o guia Marcel. Ele nos levou em um Onsen (温泉) que poucas pessoas conhecem – é mais visitado por japoneses e é simplesmente maravilhoso.

Para chegar lá, só indo de carro, então ir com guia ele é a melhor opção. Fora que o Marcel também é fotógrafo e fará registros lindos da sua viagem. Você pode conversar com ele e alinhar exatamente o que gostaria de visitar na sua viagem. Fale aqui com ele!

Hospedagem em Hakone: Dica de hotel e acomodação

Em Hakone eu dividi a nossa estadia em duas opções: um hotel mais simples, para os dias que estaríamos fora fazendo passeios; e um hotel mais diferenciado, que tivesse um olsen para termos uma experiência bem tradicional na viagem.

Hakone é uma cidade famosa por ter ótimos hotéis com onsen e com essa proposta de serem hotéis mais tradicionais. Porém, mais uma vez, a antecedência e a alta temporada pesaram um pouco aqui. As nossas escolhas foram:

Condominium MIRAHAKONE – Excelente

Apesar de ter feito a reserva no Booking, como eu sempre faço, o Condominium MIRAHAKONE é mais uma acomodação do que um hotel.

O espaço do quarto era ótimo, estrutura perfeita, quarto com cozinha bem equipada apesar da gente nem ter usado. Claro, não tem café da manhã nessa opção, mas é uma ótima escolha para quem curte esse tipo de hospedagem.

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Hotel Okada – O hotel do onsen

Depois de quebrar a cabeça entre as opções disponíveis, o Hotel Okada era o que tinha o melhor custo-benefício em Hakone para um quarto com onsen privativo. Como eu tenho tatuagens no corpo, os hotéis mais tradicionais não permitem que eu entre nos onsens com outros hóspedes. Por isso, busquei um hotel que tivesse um onsen privativo no quarto, para eu não perder essa experiência.

O quarto era realmente fantástico, super confortável, com um onsen maravilhoso – e como estava chovendo bastante, foi onde passamos metade do dia. Não posso reclamar, realmente amei a experiência.

Importante: De uma forma geral, eu senti que é um hotel para quem está de carro, já que o acesso não é tão fácil para quem está a pé – então você dificilmente vai ver brasileiros ali. Se você chegar de ônibus no hotel ou for usar ônibus para circular em Hakone, como nós fizemos, se prepare para uma ladeira enorme que você vai ter que enfrentar.

Eu optei pela opção de diária com jantar, mas confesso que daria uma nota 7/10 para o restaurante. Não era ruim a comida, mas também não era nada espetacular. Aqui o que valeu muito a pena foi o quarto e o onsen privativo – por essa parte, a estadia lá foi 10/10.

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Saindo de Hakone, seguimos viagem em direção a Kyotoum dos lugares que mais amei conhecer no Japão. Pra fazer a viagem, comprei o Shinkansen no Klook: aqui a estação de partida é Odawara, que fica pertinho de Hakone. Para chegar na estação Odawara pegamos um trem comum, sem necessidade de reserva antecipada.

Mais uma vez a experiência de compra da passagem no Klook foi ótima e sem problemas. Pegamos um lugar no fundo do vagão, onde tem espaço para guardar as malas. A viagem levou cerca de 2 horas.

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Kyoto: Terceira base da viagem

Conhecer Kyoto foi mais um sonho realizado nessa viagem ao Japão. Alguns dos lugares mais emblemáticos que me fizeram decidir essa viagem ao Japão estão aqui, por isso foi uma parte muito especial do nosso roteiro.

Passamos um total de 3 noites em Kyoto, sendo 2 dias completos na cidade e uma parte do dia da chegada – considero que é um tempo curto, mas conseguimos otimizar bem o roteiro e aproveitar bastante.

Hospedagem em Kyoto: Hotel com ótimo custo-benefício

Como Kyoto é um destino cheio de lugares para conhecer e onde tínhamos pouco tempo, minha ideia foi buscar por um hotel com o melhor custo-benefíciojá que estaríamos ali apenas para dormir.

Hotel TAVINOS Kyoto

Mais uma vez, reservando no Booking, encontrei o Hotel TAVINOS Kyoto. Localização boa, estrutura bacana e quarto muito bom – mesmo compacto, era um quarto inteligente e confortável.

Foi o melhor preço que consegui e adorei a experiência. Ficaria novamente nele sem sombra de dúvidas.

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Tivemos muita sorte com o clima em Kyoto e conseguimos visitar praticamente tudo que estava nos planos: a região de Higashiyama e Gion, a Arashiyama Bamboo Forest, o incrível Fushimi Inari-taisha, o Caminho do Filósofo e exploramos todas as ruas que conseguimos caminhar

Ainda tivemos a sorte de conseguir ingressos, também comprados com antecedência, para o Miyako Odori um espetáculo de gueixas que acontece apenas na primavera, lindíssimo!

O único lugar que não conseguimos visitar foi o Templo do Pavilhão Dourado, que estava com uma fila descomunal. Apesar da vontade de conhecer, decidimos passear mais e perder menos tempo nas filas – um dia ainda volto e com certeza vou visitar.

Depois de Kyoto, nossa próxima cidade-base foi Osaka – porém aqui fizemos o pulo do gato para otimizar ainda mais o nosso tempo.

Kyoto – Nara – Osaka

Entre Kyoto e Osaka nós temos a cidade de Nara, que também estava nos nossos planos. A ideia original era fazer um bate-volta para Nara saindo de Osaka ou de Kyoto, mas isso tomaria muito do nosso tempo. Por isso, conseguimos encaixar Nara como uma parada no caminho: Kyoto → Nara → Osaka, e ainda otimizamos o orçamento utilizando o Kintetsu Rail Pass.

  • O Kintetsu Rail Pass é um passe local, válido para 1 dia de uso, e que inclui as cidades de Osaka, Nara, Kyoto, Mie, and Nagoya – ou seja, nos deu cobertura para todos os trajetos do dia. Compre aqui o passe.

Saímos cedo de Kyoto e fomos direto para Nara. Lá, deixamos as malas em um locker na estação e saímos para passear pela cidade. Nara é reconhecida pelos cervos sagrados que vivem livres e interagem com os viajantes. Além de explorar o parque principal de Nara, visitamos o Jardim Botânico e descobrimos alguns cafés maravilhosos.

No final da tarde, seguimos viagem para Osaka. Achamos que valeu super a pena fazer dessa forma e o tempo em Nara foi mais do que suficiente. Pra melhorar, usamos o passe que compramos no Klook e ainda fizemos a reserva de um trem expresso limitado – essa reserva é opcional.

Apesar de ser uma viagem curta, vimos a possibilidade de conhecer um trem diferente e reservamos o AONIYOSHI Limited Expresslindíssimo! Importante: Para esse trem, você precisa tanto de um ticket ou passe, como o que usamos, e também uma reserva – apenas a reserva ou apenas o ticket não é suficiente.

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Osaka: Quarta base na viagem

De todos os lugares que visitamos, Osaka foi uma das melhores surpresas que tivemos no Japão. Apesar de já ter visto inúmeras imagens e vídeos da cidade, eu me surpreendi muito e amei demais a experiência.

A região de Dotonbori, os letreiros em neon, as luzes, as comidas… eu amei muito! Se pudesse ter ficado mais tempo em alguma cidade nessa viagem, com certeza teria escolhido Osaka.

Em Osaka passamos 4 noites, porém o roteiro foi distribuído assim: chegamos na cidade no final da tarde, depois de passar o dia em Nara; passamos 2 dias completos explorando a cidade; um dia completo para visitar o Parque da Universal Studios Japanmelhor decisão que tivemos; e, no outro dia, seguimos viagem para Takayama.

  • Em resumo: 2 dias completos em Osaka, 1 dia para USJ e um total de 4 noites para curtir a cidadeque tem uma vida noturna super bacana.

Decidir incluir a Universal Studios Japan nesse roteiro foi bem difícil, especialmente por conta do tempo que tínhamos disponível. Hoje, posso dizer pra você que valeu muito a pena e foi uma das melhores experiências dessa viagem!

Compramos tanto o ingresso da Universal Studios quanto o Express Pass diretamente no Klook e, mais uma vez, foi ótimo!

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Hospedagem em Osaka: Hotel incrível com preço ótimo

Em Osaka, finalmente nos hospedamos em um hotel da rede APA, que tem dezenas de unidades espalhadas pelo Japão. O que percebemos é que essa rede oferece hotéis de diferentes propostas: de pequenos e mais antigos até hotéis gigantes, novos e super modernos. O grande diferencial é o custo-benefício, sempre um dos melhores em qualquer cidade do Japão.

APA Hotel & Resort Osaka Namba Ekimae Tower

Nós escolhemos o APA Hotel & Resort Osaka Namba Ekimae Towernome grande, assim como o hotel. Aqui eu já posso antecipar que foi uma escolha excelente: ótima localização, perto tanto da estação de metrô quanto para ir caminhando até a região de Dotonbori.

O hotel é tão fantástico que tem uma 7-Eleven dentro do próprio hotel, pra você comprar a qualquer hora, além de caixa eletrônico para sacar dinheiro, acesso praticamente direto ao metrô e quartos altos com vista incrível da cidade. Nós optamos pela estadia sem café da manhã, já que teríamos pouco tempo na cidade e preferimos conhecer algumas cafeterias. Foi perfeito!

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Depois de Osaka, seguimos para Takayama usando o JR Takayama-Hokuriku Area Tourist Pass de 5 dias. Esse era um passe perfeito para o nosso roteiro original – que mostrei aqui no começo, onde visitaríamos Takayama, Shirakawa-go e Kanazawa. Como nós acabamos cortando Kanazawa do roteiro, o passe em si não seria a melhor escolha.

Porém, como ele não oferece reembolso, utilizamos da mesma forma para ir de Osaka para Takayama e depois de Takayama para Nagoya, onde fomos apenas para pegar o Shinkansen de volta para Tóquio.JR Takayama-Hokuriku

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Nós saímos cedo de Osaka e seguimos viagem para Takayama. Apesar de não ter um trem direto entre as duas cidades, conseguimos fazer a baldeação de forma bem tranquila.

Obs.: O JR Takayama-Hokuriku Area Tourist Pass foi o único que compramos no klook e recebemos pelo correio no Brasil. Também foi o único que utilizamos que exigiu uma reserva feita direto na estação. Não foi algo difícil, mas é um pouco confuso para quem não tem muita experiência. Eu achei bem mais tranquilo fazer as reservas antecipadamente no Klook – esse foi o único passe que exigiu a reserva presencial.

Takayama: Quinta base na viagem

Takayama foi um verdadeiro presente nessa viagem. Foi a cidade que nos mostrou a beleza das cidades tradicionais do Japão. Ela nos deu até um gostinho do que veríamos em Kanazawa – que com certeza estará nos nossos planos futuros.

Nosso tempo em Takayama foi curto, porém aqui também conseguimos administrar bem o roteiro e otimizamos o suficiente para ser bem aproveitado. Chegamos na cidade por volta da 1 da tarde e tivemos praticamente todo o dia para explorar a parte histórica.

No dia seguinte, o nosso plano inicial era visitar Shirakawa-go. Aqui, mais uma vez por conta da alta temporada, não conseguimos lugar no ônibus – teríamos que ficar numa fila longa e contar com a sorte. Mudamos os planos e fomos visitar a pequena e linda cidade de Hida Furukawae que bela decisão!

Hida Furukawa

Hida Furukawa também estava dentro do nosso passe, acessível por trem e bem próxima de Takayama. Foi a escolha perfeita. Passamos uma parte do dia por lá, vendo os canais cheios de carpas que embelezam a cidade, e voltamos a tempo de aproveitar ainda mais o tempo em Takayama.

Hospedagem em Takayama: Melhor escolha possível

Posso garantir que fizemos uma excelente escolha de hotel em Takayama. Ficamos no Chisun Grand Takayama, um hotel com ótima estrutura, quarto grande, olsen que eu pude usar e localização perfeita – a poucos metros da estação de trem.

Desse hotel fizemos tudo caminhando e, melhor ainda, a pouquíssima distância da estação de trem — o que nesse ponto da viagem ajudou muito.

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Por fim, para retornar a Tóquio, fechando o roteiro, como nós cortamos Kanazawa, tivemos que ir até Nagoya para pegar o Shinkansen. Claro que trens diretos são mais cômodos, mas fazer a baldeação não foi problema. Aqui também reservamos o Shinkansen de Nagoya para Tóquio direto no Klook.

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Tóquio: Sexta e última base na viagem

Como falei lá no início, nós nos apaixonamos por Tóquio. Cortar Kanazawa para ter mais tempo foi não só uma escolha bem feita, mas uma decisão que teve um peso muito maior do que poderíamos imaginar.

Nessa reta final da viagem, ficamos 5 noites em Tóquio. A nossa organização foi: 2 dias completos na cidade, 1 dia para fazer a subida no Monte Fuji, 1 dia livre para fazer o que faltasse e, por fim, o dia do nosso retorno ao Brasil. O hotel dessa última base foi o WPÜ Hotel Shinjuku, que comentei aqui no início e que fica bem perto da Estação Shinjuku.

Subir o Monte Fuji: o ponto mais alto do Japão

O sonho de subir ao topo do Monte Fuji foi onde tudo mudou na nossa história. Subimos com o Guia Marcel, que foi um verdadeiro anjo nessa viagem. O Diogo sofreu um acidente na descida, bem sério, e, como falei no início, ter o seguro viagem fez toda a diferença – algo que só quem passa por uma situação assim consegue entender.

Estar do outro lado do mundo, numa situação como essa, num acidente grave, e ainda ter o suporte de um bom seguro viagem foi essencial. Hoje eu recomendo a Assist 365 de uma forma totalmente transparente, por tudo que passamos nessa viagem.

Foi muito difícil voltar para o Brasil, assimilar tudo que vivemos e pensar em como eu compartilharia essa história com vocês. O Diogo foi internado assim que chegou ao Brasil, ficou mais de 10 dias no hospital, quebrou 4 costelas, além de pneumotórax. É um milagre ele estar aqui – e hoje só podemos agradecer, tanto pelo suporte do seguro viagem quanto pelo guia incrível que não poupou esforços para salvar o Diogo.

  • Estou destacando isso não só por ter sido a nossa experiência real ou para compartilhar a Assist 365, mas principalmente para reforçar com a maior ênfase possível a importância de viajar sempre com um bom seguro viagem.
Subir o Monte Fuji: o ponto mais alto do Japão
Ver essa foto ainda me aperta o coração…

Eu não quero, de forma alguma, desmotivar você a subir o Monte Fuji ou qualquer outra montanha. Mas não posso deixar de lembrar e reforçar que estamos falando de um esporte radical, de uma aventura real onde existem riscos – por mais que se tomem as medidas de segurança, é uma aventura e, como qualquer outra, há riscos.

Aqui você tem o contato direto do Marcel, que é o guia que nos levou tanto para o topo do Fuji quanto para um dia incrível de passeio ao redor do vulcão. O Marcel é um guia incrível, uma pessoa do bem e é quem eu confio em recomendar aqui pela experiência que tive com ele.

👉 Entrar em contato com o Marcel

Se você tem o sonho de visitar o Fuji, de viver um dia incrível, seja subindo a montanha ou mesmo em um passeio mais tranquilo, passando pelas cidadezinhas ao redor dele, converse com o Marcel, diga que viu no blog Um Viajante e pode ter certeza: você vai ter uma história linda para contar da sua viagem.

E eu vou terminar esse roteiro com uma foto que o Marcel fez no nosso passeio ao redor do Fuji. Eu amei essa foto assim que ele me mandou… o que eu não tinha ideia era do peso que essa foto teria no final da nossa viagem. E junto dela eu quero deixa também aqui um ensinamento japonês que aprendi nessa viagem… Ichigo Ichie (一期一会)

Um Viajante, Japão
  • Ichigo Ichie (一期一会) é uma filosofia japonesa que nos lembra de que cada encontro e cada instante da vida são únicos e não voltarão a acontecer da mesma forma. Ele nos convida a viver o presente com atenção plena e gratidão, entendendo que cada experiência é especial justamente por ser irrepetível. A ideia nasceu nas tradições da cerimônia do chá no Japão, onde cada reunião era tratada como um momento singular e valioso. Levar esse ensinamento para a vida significa aprender a valorizar o agora e transformar simples experiências em recordações marcantes e inesquecíveis.

No hospital, já no Brasil, o médico que fez a cirurgia no Diogo disse: “agradeçam, pois é um milagre ele estar vivo.” Eu me emociono ao lembrar de cada instante o que passamos… no momento do acidente, no hospital no Japão.. nos longos voos de volta até o Brasil… nos dia internado.. nas horas que passou na sala de cirurgia. Só posso agradecer por tudo que vivemos nessa viagem, pelos sonhos realizados e pelo maior presente que poderíamos ter no final… uma nova chance de continuar.

Roteiro Japão: nossa viagem dos sonhos

E foi assim que terminamos esse roteiro no Japão. Nossa viagem dos sonhos. Um roteiro cheio de realizações, de descobertas e, também, de superações. Uma viagem que marcou e transformou a nossa vida muito mais do que poderíamos imaginar.

Esse post, sim, enorme, foi a melhor forma que encontrei de compartilhar o roteiro por completo. Agora, ao longo dos próximos posts e conteúdos, vou esmiuçar cada dia da viagem, cada cidade, hotel, lugares e experiências que vivemos no Japão. Tem muito conteúdo ainda para dividir com vocês.

Eu espero que esse conteúdo ajude na organização da sua viagem, que dê um pouco de luz no seu roteiro para o Japão (que eu sei bem como é difícil de organizar) e que você realize a melhor viagem da sua vida.


Se posso te pedir algo, é bem simples: use os links do blog para fazer sua reserva no Booking, comprar seus trens e passes no Klook ou mesmo contratar seu seguro viagem na Assist 365.

Tudo que eu compartilhei aqui foi da forma mais honesta e transparente possível. Quando você utiliza os links do blog, você contribui diretamente com o meu trabalho, sem gastar nada a mais com isso. Eu te agradeço demais por essa força.

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Se tiver qualquer dúvida sobre o nosso roteiro no Japão ou se quiser compartilhar a sua experiência de viagem, fique à vontade para comentar aqui no post.

Escrito por

Robson Franzói é um jovem de Curitiba que tenta inspirar outros viajantes a explorarem diferentes lugares do mundo. Decidiu correr atrás dos seus sonhos e hoje vive desse blog, seu projeto mais especial. Apaixonado por fotografia e vídeos, o garoto vive para compartilhar suas experiências e dicas dos lugares que conhece. Suas fotos já estão ficando conhecidas e seus vídeos inspiram muitos viajantes. Aproveite e acompanhe o Instagram e também o Canal Um Viajante.

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